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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Relacionamentos


Como saber se um relacionamento está nos fazendo bem?
Até que ponto o que sentimos é amor?
Muitos são os relacionamentos, e várias são as situações.

Vamos começar com Chico Xavier. Ele já nos dizia que o amor verdadeiro não prende, ele libertaEle não é feito de cobranças, nem de imposições. Isso não é amor, é apego demasiado. Posse.

Devemos pensar assim: se ele nos afasta das pessoas, da família e amigos, não pode ser algo positivo. Se ele é baseado em cobranças, pressão, ciúmes e decepções, realmente, não pode ser algo bom.

Se ele prende, sufoca, causa mais tristezas que felicidade, definitivamente, não é saudável.

Podemos ponderar:
  • Nesse relacionamento, até que ponto estou realmente sendo feliz? 
  • Será que fico mais tempo feliz ou triste?
  • As alegrias realmente superam os momentos tristes, de cobranças e abusos?
  • Meu amor próprio foi ferido? Eu me amo suficientemente?
  • A pessoa que esta comigo vibra com minhas vitórias?
  • Ela fica feliz com meu sucesso?

Quem nos ama de verdade fica satisfeito com nossas vitórias, torce por nós.

Paiva Netto, presidente pregado da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo nos lembra que o “sentimento de Amor legítimo liberta o ser humano das algemas de rancor, que lhe provoca uma série de enfermidades psíquicas, físicas e, consequentemente, sociais”. Ele nos adverte que muitas vezes, o que achamos que seja amor, na verdade não é legítimo. O amor legítimo não pode trazer consequências negativas. Se traz, não é amor.

O Padre Fábio de Melo nos lembra de que “Amar é o mesmo que exercitar-nos na simplicidade. O amor não complica, porque seu único desejo é resolver.” O amor não cobra situações impossíveis, ele não coloca imposições sacrificantes. O amor não semeia a discórdia. Se dele nasce discórdia, raiva, intolerância, apego demasiado, não é amor.

O Padre Fábio de Melo nos recomenda "Vire a página. Dê um ponto final nas coisas que te fazem mal. A vida é um círculo, não um quadrado".

As vezes vale a pena refletir melhor nossas escolhas.

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