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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Me livrar de todo mal, amém!

É interessante pensar, e até mesmo irônico. Já tem mais de cinco anos que escrevo aqui no Nova Era, e várias das postagens aqui feitas falam sobre a moral, o perdão e o amor ao próximo.

O mais dialético nisso tudo é que eu, enquanto escritor amador, sempre me dispus a apontar os caminhos mais “fáceis”, segundo eu próprio, para a evolução espiritual. Todos eles caminhavam em um único sentido: amor ao próximo, respeito às pessoas, e principalmente, perdão as ofensas.

Era extremamente simples e fácil escrever sobre tudo isso, pois respaldo literário sempre tive, e pelo menos um básico conhecimento sobre a Lei Divida nunca me faltou. Todavia, eu jamais pensei que seria testado, talvez das formas mais estranhas, a provar tudo o que escrevi (e escrevo).

Vivenciei nos últimos dez meses diversas situações que me mostraram o quanto os seres humanos podem, quando querem, ser sujos e repugnantes. Quanta maldade! Quantas intrigas! Quantas fofocas! Quantas pessoas desejando e praticando o mal, ou não deixando outros praticarem o bem!

Quantos maus conselhos deram para influenciar na minha vida pessoal...

Quantas pessoas, derrotadas no amor, que poderiam ter praticado a lei do silêncio, poupando os outros de suas opiniões vencidas e preconceituosas...

Provavelmente eu não esteja em um bom momento, pois apenas vejo o lado ruim das pessoas, cometendo, eu próprio, o que sempre condenei: julgamento ao próximo. Mas fazer o que? É o que sinto, percebo e vivencio. Não posso omitir.

E no momento, eu estou julgando. Não gostaria, mas estou.

Não consigo ver a bondade das pessoas. E quando vejo, ela está no fundo da maldade... Uma maldade escondida nas ações repetitivas, oculta nas profundezas da educação formal, e  turvada na necessidade de trabalhar.

Não consigo perceber os seres humanos em evolução. Nem sequer consigo pensar em evoluir. Só vejo o quanto estamos longe da Terra e perto do Novo Mundo Velho... O Planeta Arrebatador...

É engraçado pensar que existe sim a maldade! Ela é a ausência de bondade, de compaixão, de respeito e de amor aos próximos. Os próximos são todos os seres vivos e desencarnados. Todos eles!

Caminho por estradas fixas, estáveis. Ando e vejo paisagens bonitas, mas sinto tristeza nos contrastes...

Vejo a felicidade nas coisas simples, mas não consigo vivenciá-la, pois os perfumes da discórdia pairam pelo ar...

Talvez seja um dos momentos mais importantes que devem ser vividos, mas com certeza, em todos esses anos, jamais esperaria provas ao mesmo tempo tão amenas e simples, mas tão profundas em significados e sentimentos.

Tentar não julgar, ou pelo menos, limitar ao necessário.

E sempre pedir: me livrar de todo mal, amém!

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