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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Religião, História e Indignação

Inquisição

Às vezes me perguntam por que tenho grande apreço em falar sobre religiões. Essa é uma pergunta que nem seu mesmo tenho a resposta, mas penso que tem a ver com vidas pretéritas: outrora combati em nome da religião, e agora, preciso auxiliar na libertação de dogmas e rituais.

O engraçado é que, ainda bem, não estudei teologia. Obviamente, são conhecimentos de vital importância para auxiliar na liberdade de pensamento, só que, no meu caso, são informações que me indignam, pois mostra toda a cegueira espiritual da atual humanidade.

Por exemplo, quando vemos a origem da Igreja Apostólica Romana, observa-se que sempre houve uma subordinação de homens para homens, principalmente em longos rituais entediantes, e dogmas absurdos que não permitem contestação. Ainda no histórico, foi visto que boa parte dos dogmas católicos aceitos (e não aceitos) foram criados seguindo interesses pessoais, como por exemplo a reencarnação, quando no ano 553 d.c., foi retirado dos textos católicos pela Rainha Eudoxia, pois esta temia nascer como escrava.

Partindo para o protestantismo, vemos que este iniciou-se no século XVI com Martin Lutero, que havia se revoltado contra a Igreja Católica e criado sua própria ideologia. O governo alemão (príncipes), por sua vez, ofereceu proteção a ele em troca de subordinação religiosa ao Estado, visto que Roma havia condenado Lutero por heresia. Para criar seu dogma, Martin baseou-se apenas em uma passagem bíblica “O justo viverá da fé” – Romanos 1:17, pregando uma fé cega e irracional a Deus. No princípio, ele era a favor do celibato, só que apaixonou-se por uma freira chamada Khaterine, e negou o celibato. Sua ideia pregava a “salvação” apenas pela fé, e fez de forma indireta, nascer na ideologia alemã, a ideia de “povo escolhido por Deus”, visto que esta nova religião nascia no berço da Alemanhã.

Portanto, comprova-se que a criação dessas “novas” religiões, de certa forma, nada de “novo” trouxeram em quesito de conhecimento espiritual, estudo verdadeiro da Bíblia, e reforma moral como base principal. Dessa forma, muitos ficam presos a rituais e a uma fé bruta, e poucos abrem os “olhos de ver” para atingirem a plenitude pela religião. 

Estamos cegos, atrasados e acomodados. 
Mas no futuro, seremos racionais, libertos e espiritualizados.

Luz e Paz a todos.

fonte da imagem: http://4.bp.blogspot.com/-Tjzsi4myodA/UVB0muc3WnI/AAAAAAAAAKY/b-3PRcdCfGE/s1600/INQUIS~1.JPG

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